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Vermelho-Sala Vermelha


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Data de Estreia: 2011-12-16

Título Original Red

Autor John Logan 

Versão João Lourenço | Vera San Payo de Lemos

Dramaturgia Vera San Payo de Lemos


Encenação e Realização Vídeo João Lourenço

Cenário António Casimiro João Lourenço

Figurinos Dino Alves

Supervisão Audiovisual Nuno Neves

Luz Melim Teixeira


Interpretação António Fonseca | João Vicente

 

Sinopse
Nova Iorque, 1958-1959. O pintor Mark Rothko contrata Ken, um jovem assistente, para o ajudar na execução de um trabalho que lhe foi encomendado. Trata-se de uma série de murais para o luxuoso restaurante Four Seasons, integrado no edifício Seagram, um projecto inovador dos arquitectos Philip Johnson e Mies van der Rohe. Enquanto misturam as tintas e preparam as telas, Rothko expõe as suas ideias sobre a arte, reportando-se aos pintores que o antecederam, como Caravaggio ou Miguel Ângelo, e aos seus contemporâneos, como Jackson Pollock ou Andy Warhol: a arte deve propiciar o encontro do homem consigo próprio e com o mistério da existência e não ser um mero objecto de divertimento e decoração. No diálogo entre o mestre e o discípulo, desenvolve-se um intenso processo de reflexão que os transforma a ambos e os leva a procurar novos caminhos.

 

Escrito pelo autor norte-americano John Logan em 2009 e distinguido com vários prémios de teatro, Vermelho é um diálogo apaixonante sobre a arte e a vida que envolve não apenas artistas e criadores como também os seus cúmplices, os espectadores. 

 

CRÍTICAS

"...confronto do pintor (muito bem interpretado por António Fonseca) com o seu assistente um Ken construído com entusiasmo por João Vicente)..." - 01-02-2012 - Time Out Lisboa (Rui Monteiro) 

 

"...cedo se revela um discurso geral sobre a arte e a vida, numa lição de cultura no seu estado mais nobre" - 16-12-2011 - Jornal I (Pedro Rodrigues)

 

"...a escolha da Sala Vermelha é perfeira (...) recria de forma magistral o estúdio de uma personagem fascinante(...). Este espectáculo é assim um caso de sucessivos e felizes encontros de afinidades e de afetos, idem de identificação com os aspectos mais profundos da existência (...). A não perder." - 16-12-2011 - Jornal de Letras (Helena Simões)

 

"... brilhantemente interpretada por António Fonseca (...) e por João Vicente (...). Este espectáculo revela-se uma preciosidade para quem aprecia e trabalha em Arte ... " - 09-01-2012 - P3 (Cláudia Lucas Chéu)

 

"A peça faz uma das operações maravilhosas do teatro a condensação em poucas e simples palavras de um drama pessoal excessivo. (...) Se a dedicação de Rothko à arte prova a sua humanidade a humanidade da encarnação de Fonseca demonstra a arte do actor (e demais criadores)." - 23-01-2012 - Público (Jorge Louraço Figueira)