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A Forma das Coisas-Sala Vermelha


Data de Estreia: 2004-04-10

Título Original:  The Shape of Things

Autor: Neil LaBute


Versão: João Lourenço | Vera San Payo de Lemos

Dramaturgia: Vera San Payo de Lemos

Cenário: Henrique Cayatte | João Lourenço

Figurinos: Maria Gonzaga

Luz: João Lourenço | Melim Teixeira

 

Encenação e Banda Sonora: João Lourenço

 

Sinopse

Até onde é que nos dispomos a ir por amor? Até onde é que nos dispomos a ir quando acreditamos muito numa ideia e empenhamos todas as nossas capacidades para a realizar? Que transformações somos capazes de aceitar em nós próprios e no nosso estilo de vida? E a que preço?
São estas as questões fundamentais tratadas na peça A Forma das Coisas de Neil Labute, estreada em 2001 no Almeida Theatre em Londres. Examinando os conflitos e as expectativas que perpassam as relações de amor, amizade, cumplicidade e interesse de quatro jovens estudantes numa universidade norte-americana, Neil LaBute expõe nesta sua peça o que se esconde atrás da “forma das coisas” e do fascínio pela aparência. A fronteira entre a arte e a vida e a dimensão ética da procura da verdade e da beleza são problematizadas nesta peça que se assume como deliberadamente provocatória e pretende suscitar reflexão e debate

 

CRÍTICA

“Um texto magnífico…”; “…um espectáculo com um texto que provoca a reflexão e que por isso se recomenda…” – 1/04/2004 – Jornal do Algarve (A.O)

“Uma peça provocatória que suscita a reflexão.” – 10/04/2004 – Diário de Notícias

“…encenada com rigor e grande eficácia, tendo recebido da parte dos actores uma resposta totalmente adequada…” – 1/05/2004 – Expresso (João Carneiro)

“…a encenação é clara e simples…”; “ P.Leroux e Sofia de Portugal são um competentíssimo casal…” – 8/05/2004 – Expresso Cartaz (J.C)

“…um espectáculo que não esquecemos assim que pomos o pé fora do teatro…” – 8/05/2004 – Correio da Manhã (Ana Maria Ribeiro)

“…encenação segura e inteligente, (…) e actuações convincentes…”; “Certeira a versão de João Lourenço e Vera San Payo de Lemos, bem como a dramaturgia da segunda…” – 6/05/2004 – Notícias da Amadora (Fernando Midões)

“A peça pugna pela sua actualidade…” – 21/05/2004 – Semanário (Luísa Ferrão)