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Peer Gynt-Sala Azul


Data de Estreia: 2002-02-24

Autor: Henrik Ibsen

Versão: João Lourenço | Vera San Payo de Lemos

Dramaturgia: Vera San Payo de Lemos


Coreografia: Rita Judas

Figurinos: Reneé Hendrix

Cenário: Jochen Finke

Direcção Musical: João Paulo Santos

Música original: Eurico Carrapatoso

Luz: João Lourenço | Melim Teixeira

 
Encenação: João Lourenço


Interpretação: António Cordeiro | Carlos Pisco | Catarina Furtado | Catarina Matos | Cláudia Chéu | Francisco Pestana | Henrique Félix | Inês Rosado | Irene Cruz | João Pedro Vaz | José Boavida | Lourenço Henriques | Luís Alberto | Marta Furtado | Melim Teixeira | Nuno Nunes | Nuno Távora | Paulo Ribeiro | Rita Pitschieller | Sara Belo | Sílvia Balancho | Sofia Borges | Sofia de Portugal | Tobias Monteiro
 

Sinopse

Peer Gynt  é como o próprio Ibsen refere um grande poema dramático. É também um conto filosófico. Ibsen deseja exprimir teatralmente não somente o seu conhecimento  das diferentes correntes de pensamento da sua época (Kant, Hegel, etc.) mas também o seu ponto de vista pessoal sobre as diversas teorias. Para isso utiliza o mais íntimo do
ser humano no seu percurso ao longo da vida, passando por diferentes idades, fases e épocas, cruzando mares e atravessando continentes, posto à prova em situações extremas onde o Homem é forçado a revelar não só os sentimentos mais nobres como também a mostrar que é capaz dos comportamentos mais vis conjugando-se tudo numa espécie de hino à grandeza e miséria do ser humano.

CRÍTICAS

“Espectáculo absoluto, com altíssima qualidade artística em todos os sectores que o compõem...” – 7/03/2002 – Notícias da Amadora (Fernando Midões)

“Estamos perante teatro no que de mais completo e fascinante pode ter. “ – 2/03/2002 – Diário de Notícias (Pedro Rolo Duarte)

“(…) Este espectáculo (…) ajuda-nos a enriquecer o nosso entendimento do acto teatral. Não ver será lamentável.” – 6/03/2002 – JL (Carlos Porto)

“Eurico Carrapatoso criou uma música cénica absolutamente notável “ – 15/03/2002 – Expresso Cartaz (João Carneiro)

“João Lourenço e Vera San Payo de Lemos dão-nos teatro bem feito, bem acabado, com cenários e iluminação contemporâneos…“ – 1/03/2002 – O Independente ( José Couto Nogueira)