TODA A CIDADE ARDIA 

Em Cena |  Sala Azul | Só até 30 de Julho


Com o subtítulo 
uma peça poética sobre o amor e a espera(nça), este texto conta a história de um amor imenso e impossível, que abarca a vida de uma mulher e, assim, os últimos setenta anos da História do nosso país, reflectindo as mudanças de ordem política, económica e cultural que se verificaram, através da sua vivência, das suas palavras. 


SINOPSE
Quando começamos a dizer “Naquele tempo…”, é porque tudo mudou. O mundo mudou. Somos outros, agora.

E agora? O amor, que um dia nasceu, sobrevive? O que é, ao compasso dos dias e dos anos, dos segundos que suportam a nossa vida? O que é o amor, através da distância, guardado na memória, enquanto se espera (e se tem esperança)?

 

Ana tem uma história, feita de muitas histórias, que atravessa a História. Ela vai levar-nos através da cidade cinzenta, da cidade em chamas, de revoluções e cantigas de embalar, pelo barulho das rotativas, pelo cheiro a tinta e pelas palavras escolhidas com cuidado. Ela vai abrir todos os livros, dobrar as esquinas de todas as ruas e levar-nos pelo meio dos retratos desfocados do passado, pela alegria e pela serenidade dos dias em família, pela poeira do tempo que escorre, pelo silêncio da noite… vendo os ramos das árvores balouçarem e crescerem.



FICHA ARTÍSTICA

Texto de Marta Dias

Baseado em poemas de Alice Vieira

 
Encenação Marta Dias

Cenografia Marisa Fernandes

Desenho de Luz | Vídeo Aurélio Vasques

Figurinos Dino Alves

Coreografia Cláudia Nóvoa 

Desenho de Som Sandro Esperança



COM
Ana Guiomar | André Patrício | António Fonseca | Catarina Moreira Pires | Emanuel Rodrigues |
Madalena Almeida | Miguel Lopes Rodrigues | Sílvia Filipe | Vítor d’Andrade


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